terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Serei uma Velha Feliz?

Tenho um grupo de amigos de há mais de 10 anos.
Crescemos juntos naquela fase da adolescência de passar do secundário para a faculdade.
Depois de entrarmos para a faculdade separámo-nos um pouco mas mesmo assim mantínhamos a tradição de passar férias juntos e/ou ir às festas das queimas das fitas das diferentes faculdades.
Os anos foram passando, e de todos eu fui sempre aquela que tinha namorado. Até que houve uma fase que fiquei solteira sem namorado (só durante um ano lol) e tivemos umas alturas loucas de Erasmus e saídas à noite.
Mas, confesso, sempre quis muito mais que isso. Sentia que era a única ali no meio que tinha sempre sono às 22h30 e que as saídas à noite me aborreciam. O que queria mesmo era uma casa quentinha, uma TV enorme com um filme mítico e um ombro/colo onde encostar a cabeça e adormecer numa noite fria.
E um dia... isso aconteceu e apareceu o homem da minha vida.
Apaixonei-me perdidamente pela minha cara metade. Sim, ele é de facto a minha alma gémea.
Comecei a namorar com o F. e a perceber que ele também sentia o mesmo que eu em relação às saídas noturnas... que queria algo mais. A nossa relação foi evoluindo e fomos deixando de sair com os nossos amigos de adolescência, porque para nós aquelas saídas não nos acrescentavam nada.
O desporto entrou nas nossas vidas e os nossos hobbies favoritos passaram a ser correr, jogar ténis, fazer tiro de pressão de ar, ir passear os cães para praias desertas e claro ver filmes (e uns amassos vá) na cama de solteiro dele...
Eramos Somos felizes assim. Hoje somos casados. E continuamos o mesmo casal de há 6 anos.
Não há nada que dê mais felicidade que estar em casa com ele a fazer as coisas que mais gostamos de fazer.
Então e os nossos amigos? Ficaram presos à adolescência... Ontem fui jantar com alguns elementos do grupo e sinto-me deslocada. Eu não bebo álcool, e tenho por hábito comer comida saudável. Eles emborcaram montes de cervejas e comeram de tudo. Então gozaram com o meu estilo de vida, e no fim, por não ter ido beber um copo a uma segunda-feira às 00h, chamaram-me de velha.

É isso que sou? Velha? Ou estarei simplesmente numa fase bastante mais à frente que eles?
É certo que sou das poucas a única com a vida já orientada, com emprego estável e casada a pensar em filhos; mas não acredito que a conotação certa para isto seja SER VELHA.
Eu sempre fui assim, só esperei por este momento.
E sabem que mais SOU FELIZ, e isso sim é o que me importa. ❤

Kiss, R.💋

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Pensamento do dia #1

Exige-se tanto das crianças.
Que durmam a noite toda, que comam a comida toda, que mamem até tarde, que deixem de mamar cedo, que não se sujem, que não cometam erros, que não chorem, que vão para a escola, que façam os TPC, que não fiquem nos tablets, que vejam pouca TV...
Porquê que nos esquecemos que um dia fomos crianças e adorávamos correr, cair, sujar, brincar, ver TV, dias em que não nos apetecia comer e outros que tínhamos pouco sono.
 
Devemos equilibrar o mundo dos adultos (que é uma seca) com o mundo lindo e fantástico das crianças.
O problema dos adultos é um dia deixarem de ser crianças...
 
 
Kiss, R.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Natal e as prendas


Todos os anos a mesma coisa, comprar prendas para oferecer no Natal. Não concordo, não gosto e isto cansa-me.

Não tenho uma família muito grande e até que nem me posso queixar muito, mas não percebo a razão desta tradição. Às crianças até que sim, por alguma razão dizem que o Natal é delas. Mas irrita-me comprar prendas à pressão para oferecer no dia 24. E mais me irrita quando me dizem: vê lá o que precisas.
Ora precisar, precisar, preciso de muitas coisas e ao longo do ano. Porque é que em Janeiro já ninguém se preocupa com o que eu preciso? Quantas vezes comprei as minhas próprias prendas de Natal para alguém me oferecer? Várias. E se a pessoa nem se dá ao trabalho de te surpreender e depois de lhe dizeres o que queres nem se dá ao trabalho de comprar, o que significa aquela prenda? Frete? Obrigação? Não era preferível acabar com este consumismo sem justificação?

Isto sou eu a falar com a lista de pessoas a quem não comprei prenda à frente e a ver a minha vida a andar para trás.

L.

Pelos vistos, eles é que decidem.

E nasceu mais um bebé na família.
O meu primo mais próximo foi ontem pai.
Estou eu ao telefone com ele e diz:
"Pronto prima, agora és tu. Toca lá de fazer os gémeos, ou uma menina!"

A minha mãe é gémea de um rapaz (pai deste meu primo).
Como sabem se tivermos gémeos falsos na família, a probabilidade de termos gémeos aumenta.
O meu tio teve um rapaz e uma rapariga e a minha mãe duas raparigas. A minha irmã, a mais velha dos 4, já foi mãe (de um menino), o meu primo o segundo mais velho dos 4 foi ontem pai (de um menino também) a minha outra prima é a mais nova e ainda não anda virada para casamento, namorados muito menos filhos...
Então, tendo em conta que o resto da família (a minha mãe tem mais 5 irmãos) são primos bastante mais velhos e com a família já constituída e sem gémeos à vista e poucas raparigas, sobra quem??? QUEM? EU!

Portanto ou vou ter gémeos ou uma menina! 😒😒

Não sei se já aqui falei, mas eu adorava ter rapazes! Nada contra as raparigas, mas acho que tenho bastante mais jeito para os meninos, sou desajeitada e desastrada bruta e adoro jogos da PS4 de PC, futebol, correr, e até de praticar kickboxing.
Portanto, eu e o F. (ele também gostava de ter só meninos) temos esta mania pancada por ter filhos meninos, e quando me dizem que vou ter uma menina... fico tipo NÃO!
Não é por mal, porque se vier uma menina será Maria Rapaz como a mãe (não terá outro remédio, eu não sou de princesas nem de vestidos, ou terei de ser?!...), mas é porque se torna irritante pressionarem com isso da menina!
Em relação aos gémeos... por favor, tenham pena de mim. O F. adorava ter gémeos, mas ele seria o pai, não os ia carregar na barriga que iria aumentar até ao infinito. Eu acho muuuuita piada a gémeos mas nos outros LOL é giro ver um carrinho passar com duas carinhas fofinhas iguais. Mas só isso, ao longe!

Será que me podem deixar em paz com esta conversa? É que já estou mesmo a ver o filme:
Olha é uma menina - "Vês eu disse que ias ser tu a ter a menina!"
GRRR



Kiss, R.


A bolha


A bolha é o local para onde eu vou e não ouço ninguém. Desde que fui mãe que as noites têm sido muito cansativas, o que se reflete nos dias. Sinto que tenho o meu cérebro a meio gás.

Não me lembro de alguns nomes, falta-me vocabulário, começo frases e esqueço-me onde queria chegar, conto as mesmas histórias pensando que são novidade, 90% das minhas conversas são sobre a minha bebé e muitas vezes perco o fio da conversa e vou para a minha bolha.

Isto acontece-me no trabalho, ao telemóvel, em casa, a ver séries. Por vezes é simplesmente muita informação, outras vezes tenho coisas mais importantes em que pensar (na minha perspetiva, claro).

Dou por mim a repetir os mesmos pratos de semana para semana, a pôr a roupa na máquina e a esquecer-me de a ligar e já cheguei a arrumar louça suja (calma, o meu marido lava a louça antes de a pôr na máquina como se a fosse pôr no escorredor).

O que acontece nesta minha bolha? Entro e desligo o cérebro, provavelmente o tempo suficiente para me recompor e recuperar a atenção. Quanto tempo vai durar não sei, mas até lá quem convive comigo que me desculpe.

L.

Eu é que sei!

Como a R. já disse, fui mãe este ano.
De todas as coisas que idealizei sobre ter um bebé, dar de mamar era a coisa que mais desejava conseguir. As expectativas não eram grandes, a minha mãe só me tinha dado 15 dias e a minha avó não tinha tido leite.
Por isso fiz todos os esforços para conseguir e acho mesmo que se estabelece uma relação especial com o bebé.
No entanto, isto de amamentar não é assim tão linear e porquê? Porque quando o bebé nasce a sociedade (familiares, amigos, enfermeiros, médicos) fazem a sua pressão…
O bebé chora? Deve ser fome, o teu leite não é bom.
O bebé passado uma hora de mamar quer outra vez? O teu leite não é bom.
O bebé não dorme? O teu leite não é bom.
Não consegues tirar muita quantidade com a bomba? Pois, já deves ter pouco leite.
Não dás suplemento porquê? E se levas a tua avante e voltas a trabalhar ainda a amamentar? Aí começa outra tourada.
Ainda amamentas porquê?
Mas não estás a trabalhar?
Mas ainda tens leite?
Ah, isso é vício, já não alimenta.
Mas a bebé não come outras coisas?
Vais amamentar até quando?
E quando o bebé tiver dentes?

Calma!!! Eu e a bebé é que sabemos, vou amamentar até as duas nos sentirmos bem com isso, até a minha bebé querer e enquanto me der prazer.
Se é cansativo? Tem dias.
Se é das melhores coisas da maternidade? Aos meus olhos sim e por isso é para continuar.

L.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O Natal lá em casa.

O Natal lá por casa ainda é algo muito recente.
Moro com o F. vai fazer 2 anos, logo só montámos 2 árvores de Natal a contar com esta de 2016.
Nós não somos religiosos, não somos de "Menino Jesus", nem de "Pai Natal" nem de "histórias do arco da velha". Somos os dois muito racionais em relação a esta época festiva.
Somos muito frios céticos em relação a estas fantasias do Natal. Eu desde que me lembro NUNCA acreditei no Pai Natal. O menino Jesus foi algo que ainda fez parte da minha vida (depois conto melhor a história da R. acólita), no entanto rapidamente também deixei de ligar. Até tenho uma história engraçada para partilhar!! xD
Vinha a minha irmã da Catequese toda contente, chega a casa e aponta para a imagem de Jesus que a minha mãe tinha no corredor e diz: "Olha, R., aquele é o nosso Pai!" eu não sou de modos e vou a correr em direção à minha mãe e muito aflita pergunto: "Oh Mãe! Mas afinal... quem é o meu Pai??"

Não sou ateia como já vocês devem estar todos a pensar. Sou agnóstica. Basicamente ser agnóstico é alguém que acredita que a razão humana é incapaz de prover fundamentos racionais suficientes para justificar tanto a afirmação de que Deus existe quanto a afirmação de que Deus não existe. Ou seja, eu não digo que Deus existe mas também não digo que ele não existe. Acredito que existe algo que ainda hoje não sabemos explicar, uma força que nos rege de uma maneira que não vemos nem podemos compreender.

Desta forma, como somos os dois agnósticos, tudo o que é relacionado com religiões passa-nos ao lado. Não casámos pela igreja só porque é bonito (como mais de 70% dos casais fazem), seria simplesmente hipocrisia. Nem vamos batizar os nossos filhos porque achamos que eles é que devem decidir a religião que querem ter, ou não ter.

Sendo assim, a época de Natal lá em casa é vista como uma altura para estarmos com quem mais amamos e para trocar presentes carinhosos e com significado (não pelo valor material e monetário mas pelo valor sentimental). Tudo isto dentro dos possíveis... Sim, isto porque o F. trabalha por turnos e só este ano será o nosso primeiro Natal juntos, e mesmo assim ele irá entrar à meia noite.

Esta questão de agnosticismo irá ser passada aos nossos filhos, iremos explicar as coisas da forma mais racional possível. Lá em casa as prendas serão os pais que dão (e não o Pai Natal ou o Menino Jesus) e a árvore de Natal será o símbolo desta época festiva de união familiar.

Desejo a todos um Feliz Natal, junto de todos os que mais amamos, e se não for possível um Natal com muito amor no coração <3

Kiss, R.



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A minha TPM.

Hoje vou falar sobre menstruação, ou melhor, sobre a fase "maravilhosa" que é o TPM (tensão pré-menstrual).
Nunca fui daquelas mulheres que sofre de dores diversas e cólicas horríveis nesta altura. Mas sou daquelas que se passa da cabeça, que fica possuída pelo demónio da irritação e por uma sensibilidade ridícula.
Este meu estado começa uns 2 dias antes do dito cujo (período) aparecer. Fico irritada com tudo, qualquer coisa que antes desta fase eu levo na boa, simplesmente nesta altura levo a mal e fico fora de mim.
Ora vejamos, ontem o meu homem disse:
- Já se nota muita diferença na dieta que andas a fazer!
Ok, era um elogio... mas eu reagi assim:
- Porquê??? Antes estava muita gorda queres ver????



Ou então, passo-me com uma mosca que anda na sala ou com coisas, tipo, parvas... Estou a lavar a loiça, quando coloco a loiça no escorredor aquilo cai tudo para o lava-loiças novamente, e eu passo-me... e praticamente começo a chorar!!!

Já disse ao homem que nesta altura o melhor é manter a distância ou então ser o mais meigo que conseguir, mas mesmo assim não resulta.

O meu TPM é monstruoso, a sério... Choro a ver filmes que não interessam a ninguém, não gosto de cozinhar (e eu adoro cozinhar!), só me apetece comer porcarias, fico inchada tipo barriga de grávida, fico fula com piadas sobre mim, sinto que a minha vida é horrível, fico deprimida com o mundo que vejo e só me apetece fechar numa sala sozinha durante esta fase.

Para o bem da humanidade, senhores que inventam tudo e mais alguma coisa peço-vos que encontrem a cura para isto POR FAVOR!!!!!

Kiss, R.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Entretanto num site de uma marca de roupa bastante popular...


A L. enviou-me esta imagem há dias e eu só consegui soltar uma gargalhada!
Hum... portanto... a ideia é vender a roupa. Mas eu perdi-me ali pelo meio...

R.

Isto de querer ser mãe.

Nos últimos anos aconteceu algo com o meu ser... passei de não querer ter bebés para uma vontade avassaladora que me deixa a imaginar como ficará aquele quarto, que neste momento só serve para entulhar roupa por passar a ferro, transformado no quarto do nosso bebé.

Vou explicar de início. Eu e o meu homem sempre achámos as crianças chatas, sem piada, irritantes e barulhentas (muito!) e adoramos a vida descontraída que temos.
No entanto, a minha irmã foi mãe logo depois de eu casar. Assim que vi aquela criatura o meu coração rebentou de amor. Ainda hoje não sei explicar o que senti... então pensei para os meus botões: "se sinto isto a ser tia... god, como será quando for mãe".

A partir daquele dia nunca fui mais a mesma pessoa xD A sério... fui possuída pelo desejo de ser mãe... e para piorar (ou melhorar?) a situação, aqui a outra dona deste estaminé também foi mãe. E pronto... derreti com a gravidez dela, com a preparação do quarto da bebé A. e com o nascimento da minha linda sobrinha.

No entanto, meti-me a estudar (mais um curso...só porque sim) e deu para distrair um pouco a cabeça. O homem também não se mostrava muito no clima de ter um bebé, então adiei. Fiz um implante dentário e tive de adiar novamente.

Agora, sempre que me tento distrair desta sugadora vontade de ter um mini-eu, alguém me relembra. Hoje fui à medicina do trabalho e o médico perguntou se estava a pensar engravidar, ontem tive no meu antigo bairro e os meus vizinhos ao olharem para o meu sobrinho disseram que a próxima era eu, a minha mãe todos os dias sonha com mais um neto, há primas minhas que me dizem que sonharam comigo grávida...
OH PÁ!!


Mas pronto, estou mesmo a pensar no assunto. Eu e o homem. :)
Para o ano quem sabe haverá boas-novas ;) eheheheh

Kiss, R.
 

As aventuras das compras online.

Das duas devo ser a mais consumista, já era e agora que tenho uma bebé a coisa agravou-se.
 
Se antes tinha tempo para ver lojas, agora a opção online acaba por ser a mais fácil, pelo menos em teoria. Nas últimas compras aconteceram-me tantos desastres que não sei se chore ou ria.
Mandei vir dois collants para a minha bebé, ambos do mesmo tamanho e cores diferentes mas quando chegaram cada um tinha o seu tamanho...e para trocar? É pagar portes para enviar e portes para voltar a receber. Comprei uns bodies numa promoção leve 3 pague 2... mas por azar só havia 2 unidades daquele produto. Boa promoção...
 
Mas a melhor foi esta: em Black Friday uma marca estava com 20%. Quando estava a confirmar o pagamento aparecia a informação que os portes eram grátis..boa, 20% e portes grátis! Era, não era? Mas não foi porque recebi um email em que me informavam que tinha havido um erro informático e para receber a encomenda tinha que pagar os portes. Descontente contacto o fornecedor que me diz que é insustentável duas ofertas na mesma compra e se estivesse insatisfeita que desistisse dos produtos.
 
 
E é isto, por agora. Boas compras!

L.

Escolha do nome do blog.

A L. foi mãe há pouco tempo, portanto as noites mal dormidas são constantes. Afetando assim o desempenho intelectual e físico a um nível astronómico. No entanto, a felicidade estampada na cara dela parece que tem dormido 8h por noite xD

Como o sono vai afetando o pensamento e o raciocínio, às vezes sinto que falo com um zombie!
Para me fazer explicar melhor deixo aqui um excerto da escolha do nome para este blog.



Kiss, R.

O Início.


E pronto, decidimos criar um blog.
Somos amigas há quase 4 anos, há quem diga que é pouco há quem ache que é muito. Eu acho que é forte. Somos duas gajas com feitios diferentes, é verdade, mas damo-nos bem, assim tipo, acima do normal.

És uma das pessoas com quem tenho mais empatia. De facto ris-te com as minhas piadas… coisa que nem todos os seres conseguem.
Sinto como se fosses mais que uma amiga (calma… não é isso) como se fosses uma irmã.
Passámos já por algumas coisas juntas. Muito sushi, muita lamechice, altos e baixos amorosos, treinos de ginásio a horas impróprias e intensos, os preparativos dos nossos casamentos, a tua gravidez e, agora, as tuas aventuras na maternidade e os meus sonhos de ser mãe.
Algo nos une, apesar de grandes diferenças na atitude de encarar certos tipos de situações, acho que temos crescido muito uma com a outra. E isso faz de nós as amigas que somos, sem papas na língua e estamos lá (e cá) sempre uma para a outra.

Como tal, e pelos cafés que bebemos cedo todos os dias no trabalho, resolvemos deixar registado algumas aventuras que vamos tendo nas nossas vidas.
Este cantinho servirá como forma de desabafo, mas também como uma diversão e um passatempo.
 
Kiss, R.